ArtRio: Ânimos visuais renovados

Texto: Rafaela Mattera
Fotos analógicas: Bruna Sussekind

ArtRio, em sua sexta edição, já se consagra como uma rotina anual da cena efervescente e criativa do Rio de Janeiro.

Os 3 galpões do evento nos reservaram boas surpresas visuais, como as esculturas da galeria francesa Agnès Monplaisir: o homem em queda, de Daniel Hourdé e os rostos fragmentados das obras, de Igor Mitoraj.

O Daniel Buren, no stand da Galeria Nara Roesler, brincando com cores, luz, projeção, sombras e transparências.

A ‘Sphère Lutétia’, de Jesús Soto, na Galeria Ipanema, que deixava transparecer por trás uma obra de Sarah Morris na parede. Sem dúvida, um dos ângulos mais belos da ArtRio.

‘Sphère Lutétia’, de Jesús Soto

‘Sphère Lutétia’, de Jesús Soto

Além das obras cinéticas de Julio Le Parc, sempre muito atraentes e, claro, “Instagramáveis”.

Diante do trabalho hiper-realista de Giovani Caramello, era inevitável não ficar em silêncio por alguns segundos; sua obra trazia o lado sensível e introspectivo de quem passava por lá.

Giovani Caramello

Giovani Caramello

Em paralelo à ArtRio, também ocorreu a IDA – Feira de Design do Rio e as peças Pop Art em neon, da Micasa, estavam presentes. Além de design, também tivemos arte urbana, com a ArtRua.

No stand da Micasa

No stand da Micasa

Saindo do Pier Mauá e indo para o Catete, os jardins do Museu da República receberem instalações, também em decorrência da ArtRio. Diferente dos outros eventos, que tiveram a duração breve de um final de semana, a exposição no Palacete permanece até o final de outubro.

Pós-ArtRio, e também pós-Bienal de São Paulo, a ‘CAUSE está de ânimos visuais renovados, bem em tempo da preparação da nossa próxima edição impressa, que terá a Arte como tema. #printisnotdead #causeitsart